
Cristiane M. L. Beira
Mestre em Psicologia Escolar
Vice-presidente do SEPI - Serviço Espírita de Proteção à Infância
Vice-presidente do SEPI - Serviço Espírita de Proteção à Infância
Qual o valor do passado?
06/02/2012 -
1 comentários - Comente este artigo
Há quem ame o passado e sinta-se emocionado ao relatar episódios vivenciados, envolva-se com coleções de todos os tipos de antiguidades, guarde objetos por décadas, compare cada acontecimento ou comportamento social atual com os observados ou praticados outrora e faça questão de manterem vivos os hábitos e costumes.
Há, por outro lado, quem despreze o passado e deboche das crendices das épocas antigas, oriundas da ignorância, desvalorize as tecnologias obsoletas e deprecie o pensamento limitado ao que se tinha, então, de compreensão da vida.
O passado é algo comum a todos os seres humanos, mas a relação que cada um de nós mantém com ele, é particular.
No passado estão os erros e acertos, medos e certezas, aprendizados e conquistas, amores e decepções. É lá que encontramos essas riquezas preciosas...
Mas é somente no presente que temos o maior poder de todos – o da liberdade de escolher, decidir e agir. É o mais próximo daquilo que chamamos de realidade.
O passado está em nós, mas não podemos nos esquecer de que vivemos no presente.
Podemos, então, utilizar esses tesouros em forma de aprendizados e experiências vividas para aprimorarmos nos passos nas veredas do agora, caminhando com mais confiança, afinal de contas, as tradições herdadas têm grande importância na formação de nossa personalidade e não devemos desprezá-las, mas aceitá-las como parte de nosso “eu”. Isso não significa, no entanto, que devemos viver como se vivia no passado, porque, então, correríamos o risco de nos tornarmos arcaicos.
Há muitas pessoas arcaicas: não se incomodam em não apresentarem mente aberta à atualidade. Preferem viver presas a modelos ultrapassados, sob a justificativa de que funcionavam bem. Não conseguem compreender que o valor do passado está nas vivências e experiências que nos prepararam e nos fortaleceram para, no presente, estarmos mais habilitados diante das escolhas e decisões, possuidores de discernimento suficiente para respeitarmos as tradições, mas também ultrapassarmos os moldes arcaicos e estagnados.
Há, por outro lado, quem despreze o passado e deboche das crendices das épocas antigas, oriundas da ignorância, desvalorize as tecnologias obsoletas e deprecie o pensamento limitado ao que se tinha, então, de compreensão da vida.
O passado é algo comum a todos os seres humanos, mas a relação que cada um de nós mantém com ele, é particular.
No passado estão os erros e acertos, medos e certezas, aprendizados e conquistas, amores e decepções. É lá que encontramos essas riquezas preciosas...
Mas é somente no presente que temos o maior poder de todos – o da liberdade de escolher, decidir e agir. É o mais próximo daquilo que chamamos de realidade.
O passado está em nós, mas não podemos nos esquecer de que vivemos no presente.
Podemos, então, utilizar esses tesouros em forma de aprendizados e experiências vividas para aprimorarmos nos passos nas veredas do agora, caminhando com mais confiança, afinal de contas, as tradições herdadas têm grande importância na formação de nossa personalidade e não devemos desprezá-las, mas aceitá-las como parte de nosso “eu”. Isso não significa, no entanto, que devemos viver como se vivia no passado, porque, então, correríamos o risco de nos tornarmos arcaicos.
Há muitas pessoas arcaicas: não se incomodam em não apresentarem mente aberta à atualidade. Preferem viver presas a modelos ultrapassados, sob a justificativa de que funcionavam bem. Não conseguem compreender que o valor do passado está nas vivências e experiências que nos prepararam e nos fortaleceram para, no presente, estarmos mais habilitados diante das escolhas e decisões, possuidores de discernimento suficiente para respeitarmos as tradições, mas também ultrapassarmos os moldes arcaicos e estagnados.
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Comentários enviados.
Enviado em 11/02/2012 por ademir Ciola
Todos somos passado, presente e futuro.
Mas como explicar o presente, se nunca demos valor ao passado?
É porque, a cada instante, o presente pede ajuda ao passado, pessando no futuro!
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