
Pe. Francis Tadeu
Pároco de Nossa Senhora do Amparo - Catedral
Lições de Natal
22/12/2011 -
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Em Tempos de fim de ano, no qual há a oportunidade de celebrar o Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, podemos aprender lições do Natal para a vida, afinal de contas em constante aprendizado o ser humano está. As idas e voltas que a vida comporta faz com que sempre nos coloquemos como capazes de viver um progresso, também, de caráter espiritual, a fim de sermos melhores. Não melhores que os outros, mas melhores nas qualidades e nas virtudes que podemos desenvolver.
Penso que pelo menos três lições podemos tirar do acontecimento que a fé nos convida a Celebrar. Um primeiro, que o Natal nos ensina, é a proximidade de Deus. Não ficamos esquecidos no acaso da historia, onde o ser humano está no palco da existência sozinho. Mas, Deus se fez presente e se faz presente. A intuição do coração humano para o eterno, não é uma ilusão. É uma verdade!
Em tantos ambientes onde se propaga o esquecimento e a indiferença em relação a Deus, o Ser Humano é convidado a olhar no espelho e saber que aquela imagem de si é o reflexo imperfeito, mas reflexo do que será possível a ele diante do Deus que o acompanhou em todo tempo. Veremos Deus face a face (1 Cor 13, 12). Comprovaremos a idealização do coração. Comprovaremos a idealização dos gestos de sua presença.
Outra lição a qual o Natal nos remete é a humildade. Quando em todos os tempos se espera a força e o poder para resolver toda e qualquer situação, Deus se fez pequeno e nasceu entre nós. A humanidade foi o “locus” da humildade de Deus. Deus, Onipotente, Onipresente e Onisciente, abaixou-se. Deus “Incarnatus ex Maria Virgine et homo factus est”, isto é “encarnou-se no seio da Virgem Maria e se fez Homem”.
Contra toda corrente onde o ter é valorizado, a humildade é sempre um apelo na contramão da história. Não foi a “maquiagem” da humilhação que Deus usou, como artificio. Mas, sobretudo, a verdadeira “Kenosis”, segundo Fil 2,6-8. Isto nos ensina e muito, pois a humildade é condição de toda realização. Ainda que possa ser um processo dentro do coração humano; ela é a capacitação dos verdadeiros valores.
Por fim, uma terceira lição é a do serviço. Jesus é um nome que significa “Deus salva”. Esta diaconia do Filho que veio para nos salvar, penso que pode nos fazer também mudar a lógica do nosso estar com as pessoas e mesmo do nosso fazer. As pessoas não são para fazer a nossa vontade, mas, assim como Deus nos alcançou em Cristo, devemos alcançar as pessoas e servi-las.
Sei o quanto, muitos podem dizer que são belas as palavras sobre o serviço, mas aprendi nesta vida, que há sempre oportunidade e quando elas são surgem, ainda podemos criá-las. Logo, o serviço é um imperativo para nos tornar instrumentos de Deus no meio da humanidade e, esta, tantas vezes carente da confiança, da sinceridade, da justiça, da amizade solidificada.
Assim, aprendamos do Natal, pois sempre há tempo. Não levemos a vida pautada pela repetida rotina do fazer, mas aprendamos do jeito de Deus. Creiamos Nele e deixemos que a sua presença em Cristo transborde a nossa vida, transformando-nos, certos que um dia Deus será tudo em todos.
Penso que pelo menos três lições podemos tirar do acontecimento que a fé nos convida a Celebrar. Um primeiro, que o Natal nos ensina, é a proximidade de Deus. Não ficamos esquecidos no acaso da historia, onde o ser humano está no palco da existência sozinho. Mas, Deus se fez presente e se faz presente. A intuição do coração humano para o eterno, não é uma ilusão. É uma verdade!
Em tantos ambientes onde se propaga o esquecimento e a indiferença em relação a Deus, o Ser Humano é convidado a olhar no espelho e saber que aquela imagem de si é o reflexo imperfeito, mas reflexo do que será possível a ele diante do Deus que o acompanhou em todo tempo. Veremos Deus face a face (1 Cor 13, 12). Comprovaremos a idealização do coração. Comprovaremos a idealização dos gestos de sua presença.
Outra lição a qual o Natal nos remete é a humildade. Quando em todos os tempos se espera a força e o poder para resolver toda e qualquer situação, Deus se fez pequeno e nasceu entre nós. A humanidade foi o “locus” da humildade de Deus. Deus, Onipotente, Onipresente e Onisciente, abaixou-se. Deus “Incarnatus ex Maria Virgine et homo factus est”, isto é “encarnou-se no seio da Virgem Maria e se fez Homem”.
Contra toda corrente onde o ter é valorizado, a humildade é sempre um apelo na contramão da história. Não foi a “maquiagem” da humilhação que Deus usou, como artificio. Mas, sobretudo, a verdadeira “Kenosis”, segundo Fil 2,6-8. Isto nos ensina e muito, pois a humildade é condição de toda realização. Ainda que possa ser um processo dentro do coração humano; ela é a capacitação dos verdadeiros valores.
Por fim, uma terceira lição é a do serviço. Jesus é um nome que significa “Deus salva”. Esta diaconia do Filho que veio para nos salvar, penso que pode nos fazer também mudar a lógica do nosso estar com as pessoas e mesmo do nosso fazer. As pessoas não são para fazer a nossa vontade, mas, assim como Deus nos alcançou em Cristo, devemos alcançar as pessoas e servi-las.
Sei o quanto, muitos podem dizer que são belas as palavras sobre o serviço, mas aprendi nesta vida, que há sempre oportunidade e quando elas são surgem, ainda podemos criá-las. Logo, o serviço é um imperativo para nos tornar instrumentos de Deus no meio da humanidade e, esta, tantas vezes carente da confiança, da sinceridade, da justiça, da amizade solidificada.
Assim, aprendamos do Natal, pois sempre há tempo. Não levemos a vida pautada pela repetida rotina do fazer, mas aprendamos do jeito de Deus. Creiamos Nele e deixemos que a sua presença em Cristo transborde a nossa vida, transformando-nos, certos que um dia Deus será tudo em todos.
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