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Osni Machado
Osni Machado é estudante e tem 21 anos. Contatos: osni_bruno@hotmail.com | Twitter: @osnimachado
O barco, o mar e sua imensidão
30/06/2010 -
1 comentários - Comente este artigo
Imagino olhando a imensidão quase infinita do mar, longe, imperceptível sem minha atenção, nela, um barco, pequeno, sem estrutura segue navegando pelas águas calmas que repentinamente podem se transformar em tormentas e quem sabe afundá-lo. E sua tripulação, o que faz com que tenha a disposição de estar lá dentro, exposta aos perigos que o mar abriga?
A tripulação somos nós. Quantas vezes estamos à deriva da imensidão de desafios que regem a vida? O barco é a nossa própria vida, pequena, frágil, exposta a tantos perigos, sofrimentos e acima de tudo, desafios que nos submetem à chegada.
Partida e chegada, dentro desses extremos somos convidados a viver as mais diversas experiências que nos fazem crescer e fortalecer, ou então nos enfraquecer e nos tornar frágeis, podendo se romper na primeira das tempestades que o mar reserva.
Dentro do barco a tripulação leva itens básicos de sobrevivência, alguns curativos, comida, água. Não se pode colocar muita coisa, o barco pode ficar pesado e afundar. Procuramos preencher nossa vida com tantas coisas que por vezes nosso fardo fica tão grande e pesado, insuportável de carregar e quando novamente vem a tempestade, não somos capazes de aguentar, naufragamos.
No extremo entre partida e chegada também sofremos com as ações do tempo, assim como o barco que envelhece, enferruja e pode rachar. Para que isso não aconteça é preciso que desde o começo tenhamos cuidado em sua manutenção. Nós também sofremos com as ações do nosso tempo, por isso devemos primeiramente estar bem consigo.
Nós temos um leque de opções que nos prometem satisfazer todos os desejos rapidamente. Assim como o chegar sem partir não é possível, mas muitos insistem em acreditar.
O barco, naquela imensidão, com todos esses desafios a enfrentar segue, desgovernado? Quem o guia, as águas, o marinheiro, como ele pode chegar a seu destino? Uma das ações da natureza mais perfeita que existe, o vento, aquele que sentimos, mas não vemos é o guia desse barco. O vento não muda, ele sobra sempre na mesma direção. Quem traça o destino é o próprio barco que utiliza de suas velas para se posicionar conforme o local que deseja chegar.
Na vida, o papel do vento, que sopra em nós o tempo todo é Deus. Ele deseja nos levar sempre ao mesmo lugar, mas nossas velas podem nos limitar a isso. Elas podem nos atracar em portos desconhecidos, local de saqueadores, ladrões... De almas, de vidas. Aqueles que invadem e nos levam nossa riqueza sentimental, nossa alegria de viver, até mesmo nossa fé. Nossas velas devem sempre seguir o sopro do vento, pois ele nunca muda, e sempre nos levará em segurança ao mesmo porto seguro prometido por Deus.
A tripulação somos nós. Quantas vezes estamos à deriva da imensidão de desafios que regem a vida? O barco é a nossa própria vida, pequena, frágil, exposta a tantos perigos, sofrimentos e acima de tudo, desafios que nos submetem à chegada.
Partida e chegada, dentro desses extremos somos convidados a viver as mais diversas experiências que nos fazem crescer e fortalecer, ou então nos enfraquecer e nos tornar frágeis, podendo se romper na primeira das tempestades que o mar reserva.
Dentro do barco a tripulação leva itens básicos de sobrevivência, alguns curativos, comida, água. Não se pode colocar muita coisa, o barco pode ficar pesado e afundar. Procuramos preencher nossa vida com tantas coisas que por vezes nosso fardo fica tão grande e pesado, insuportável de carregar e quando novamente vem a tempestade, não somos capazes de aguentar, naufragamos.
No extremo entre partida e chegada também sofremos com as ações do tempo, assim como o barco que envelhece, enferruja e pode rachar. Para que isso não aconteça é preciso que desde o começo tenhamos cuidado em sua manutenção. Nós também sofremos com as ações do nosso tempo, por isso devemos primeiramente estar bem consigo.
Nós temos um leque de opções que nos prometem satisfazer todos os desejos rapidamente. Assim como o chegar sem partir não é possível, mas muitos insistem em acreditar.
O barco, naquela imensidão, com todos esses desafios a enfrentar segue, desgovernado? Quem o guia, as águas, o marinheiro, como ele pode chegar a seu destino? Uma das ações da natureza mais perfeita que existe, o vento, aquele que sentimos, mas não vemos é o guia desse barco. O vento não muda, ele sobra sempre na mesma direção. Quem traça o destino é o próprio barco que utiliza de suas velas para se posicionar conforme o local que deseja chegar.
Na vida, o papel do vento, que sopra em nós o tempo todo é Deus. Ele deseja nos levar sempre ao mesmo lugar, mas nossas velas podem nos limitar a isso. Elas podem nos atracar em portos desconhecidos, local de saqueadores, ladrões... De almas, de vidas. Aqueles que invadem e nos levam nossa riqueza sentimental, nossa alegria de viver, até mesmo nossa fé. Nossas velas devem sempre seguir o sopro do vento, pois ele nunca muda, e sempre nos levará em segurança ao mesmo porto seguro prometido por Deus.
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Comentários enviados.
Enviado em 30/06/2010 por Graziele Fabiola Bianchi
Olá Osni concordo plenamente, somos esse barquinho frágil que necessita do vento,que é Deus para nos impulsionar , por isso mesmo com limitações, problemas ou não devemos sempre deixá-lo no comando.
Abraçoss. Deus o abençoe!
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