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Osni Machado
Osni Machado é estudante e tem 21 anos. Contatos: osni_bruno@hotmail.com | Twitter: @osnimachado
O amor e o respeito nos mostra a felicidade
11/06/2010 -
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Descobrir o ser humano maravilhoso que está escondido e que muitas vezes por causa da ignorância, dos olhos vedados, do preconceito, não somos capazes de chegar até ele. E é lamentável que a gente morra ao relento, sem abrigo, apenas enxergando a casa metáfora das conquistas - que tínhamos, mas não tivemos coragem de chegar lá. É lamentável que a gente possa morrer no frio, no sol porque nos faltou coragem de andar, abrir a estrada que nos levaria a nós mesmos. É preciso abrir a sua estrada para chegar ao lugar que é de você mesmo. E assim se tornar um ser humano livre de vícios.
Somos viciados em tantas coisas, nós nos amarramos em tantas pequenas e miseráveis coisas, medos tão estranhos que não nos permitem ter coragem. Deixamos de vencer tantas vezes na vida porque nos prendemos em mesquinharias, coisas pequenas. Deixamos de amar tanta gente porque nos apreendemos ao rancor que nos adoece.
Não sei se já teve a oportunidade de assistir a palestra do médico Dr. Roberto Shinyashiki, O sucesso é ser feliz. Ele conta que trabalhou em um hospital de doentes terminais e muitos de seus pacientes já no leito de morte, confessavam em seus últimos minutos, se arrependerem de nunca terem sido realmente felizes na vida. A maioria das pessoas morrem infelizes com a vida porque não se descobriram nela.
Para que se consiga chegar à casa, devemos sempre que necessário virar as páginas de nossos erros, assim eles não irão nos incomodar mais, e a gente segue um pouco mais crescido a partir deles. O ser humano tem o vício de lamentar episódios de sua vida por anos, se sacrifica por aquela história passada, vida que não deu certo.
Uma lida recentemente me chamou a atenção: Uma mulher escondia dentro de si um sofrimento muito grande, ela sofria agressões diárias do marido desde o primeiro dia em que eles se casaram. Nunca pode assumir seu verdadeiro papel na relação, nunca pode ter uma conversa de marido e mulher, nunca conseguiu formar a família que todos nós sonhamos construir para a nossa vida depois de casados. O marido dela morreu e um tempo depois, psicólogos descobriram toda a sua história de sofrimento daquela mulher e pediram para conversar com ela, saber os motivos de agüentar tanto sofrimento, calada. Então em uma das conversas ela se abriu e confessou que sentia saudades do marido, mesmo com as surras que levava dele.
Um caso que demonstra o quando as pessoas preferem se adaptar ao sofrimento por terem medo de assumirem a sua casa, terem medo de tomar posse do eu. Dê ser feliz.
O sacramento do casamento, neste momento, foi retirado do seu contexto sagrado através dos pilares que o sustentam e levado ao profano, ao banal. Infelizmente histórias como esta estão se tornando muito comuns nos dias de hoje. No lar um comportamento, introduzidos na sociedade, outro.
Somente sabe amar, quem souber se possuir, pois no momento que temos essa consciência, somos despertamos do erro, que somos fadados a carregar, de pensar que o outro é nossa propriedade.
Amamos, mas não tenho direito sobre quem amo e ele não tem sobre mim, pois na dimensão unitiva do amor, eu faço parte daquele a quem amo, e ele de mim. Formando um só pensamento, uma vida. E que nos motive a vivermos à essência das qualidades que me tornará feliz.
Somos viciados em tantas coisas, nós nos amarramos em tantas pequenas e miseráveis coisas, medos tão estranhos que não nos permitem ter coragem. Deixamos de vencer tantas vezes na vida porque nos prendemos em mesquinharias, coisas pequenas. Deixamos de amar tanta gente porque nos apreendemos ao rancor que nos adoece.
Não sei se já teve a oportunidade de assistir a palestra do médico Dr. Roberto Shinyashiki, O sucesso é ser feliz. Ele conta que trabalhou em um hospital de doentes terminais e muitos de seus pacientes já no leito de morte, confessavam em seus últimos minutos, se arrependerem de nunca terem sido realmente felizes na vida. A maioria das pessoas morrem infelizes com a vida porque não se descobriram nela.
Para que se consiga chegar à casa, devemos sempre que necessário virar as páginas de nossos erros, assim eles não irão nos incomodar mais, e a gente segue um pouco mais crescido a partir deles. O ser humano tem o vício de lamentar episódios de sua vida por anos, se sacrifica por aquela história passada, vida que não deu certo.
Uma lida recentemente me chamou a atenção: Uma mulher escondia dentro de si um sofrimento muito grande, ela sofria agressões diárias do marido desde o primeiro dia em que eles se casaram. Nunca pode assumir seu verdadeiro papel na relação, nunca pode ter uma conversa de marido e mulher, nunca conseguiu formar a família que todos nós sonhamos construir para a nossa vida depois de casados. O marido dela morreu e um tempo depois, psicólogos descobriram toda a sua história de sofrimento daquela mulher e pediram para conversar com ela, saber os motivos de agüentar tanto sofrimento, calada. Então em uma das conversas ela se abriu e confessou que sentia saudades do marido, mesmo com as surras que levava dele.
Um caso que demonstra o quando as pessoas preferem se adaptar ao sofrimento por terem medo de assumirem a sua casa, terem medo de tomar posse do eu. Dê ser feliz.
O sacramento do casamento, neste momento, foi retirado do seu contexto sagrado através dos pilares que o sustentam e levado ao profano, ao banal. Infelizmente histórias como esta estão se tornando muito comuns nos dias de hoje. No lar um comportamento, introduzidos na sociedade, outro.
Somente sabe amar, quem souber se possuir, pois no momento que temos essa consciência, somos despertamos do erro, que somos fadados a carregar, de pensar que o outro é nossa propriedade.
Amamos, mas não tenho direito sobre quem amo e ele não tem sobre mim, pois na dimensão unitiva do amor, eu faço parte daquele a quem amo, e ele de mim. Formando um só pensamento, uma vida. E que nos motive a vivermos à essência das qualidades que me tornará feliz.
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