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Pe. Francis Tadeu
Pároco de Nossa Senhora do Amparo - Catedral
Mãe: tu és mulher!
21/05/2010 -
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Penso que a reflexão sobre o dia das mães é sempre uma reflexão cotidiana. A maternidade é um dom da existência feminina e notá-la é admirar-se de algo tão significativo. Isto nós devemos fazer em todos os dias, pois somos frutos deste dom, como filhos(as) e há muito por agradecer pela presença da mãe em nossa vida.
Imagino que desde o momento em que surge a afirmação: Mulher, tu és mãe, e, no trocadilho deste texto: Mãe, tu és mulher, uma série de emoções surgem no coração daquela que carrega o sagrado de uma vida. Todas as expectativas são geradas na mente e no corpo daquela que se responsabilizará por uma existência. Todos os cuidados serão acontecidos ao longo de meses até que a nova vida chegue ao exterior do novo mundo, fora do ventre materno.
Por outro lado, em nosso tempo, nos deparamos com inúmeras situações, quando, tantas vezes, a realidade de ser mãe é colocada como um mero fator cultural e exterior ao compromisso do gerar. Muitos dizem que mãe não é só aquela que gera e isto é procedente. O limite está, na minha modesta avaliação, em desligar totalmente a dimensão do gerar que ser mãe comporta.
Também, o ser humano, com a maternidade a lhe oferecer inúmeros benefícios na sua formação intra-uterina, constrói-se na sua inteireza. Características genéticas o acompanharão e dimensionarão o seu futuro e isto como algo de Deus em sua vida. Sim! A gestação, ainda que carregada da presença paterna, em grande parte é presença materna. Assim, foi com Jesus, assim é com cada um de nós.
Precisamos aprender a não perder de vista o ponto de partida do gerar que é traço da mulher. Quanto mais nos convencermos, seja pela Palavra de Deus, seja pela experiência familiar, da importância da mãe, como mulher, tanto mais colheremos valores para a formação integral do ser humano. Inspire-nos Deus no reto discernimento, também, da realidade do nosso tempo, para que possamos garantir que toda mulher seja respeitada e valorizada como mãe e toda mãe, como mulher.
Imagino que desde o momento em que surge a afirmação: Mulher, tu és mãe, e, no trocadilho deste texto: Mãe, tu és mulher, uma série de emoções surgem no coração daquela que carrega o sagrado de uma vida. Todas as expectativas são geradas na mente e no corpo daquela que se responsabilizará por uma existência. Todos os cuidados serão acontecidos ao longo de meses até que a nova vida chegue ao exterior do novo mundo, fora do ventre materno.
Por outro lado, em nosso tempo, nos deparamos com inúmeras situações, quando, tantas vezes, a realidade de ser mãe é colocada como um mero fator cultural e exterior ao compromisso do gerar. Muitos dizem que mãe não é só aquela que gera e isto é procedente. O limite está, na minha modesta avaliação, em desligar totalmente a dimensão do gerar que ser mãe comporta.
Também, o ser humano, com a maternidade a lhe oferecer inúmeros benefícios na sua formação intra-uterina, constrói-se na sua inteireza. Características genéticas o acompanharão e dimensionarão o seu futuro e isto como algo de Deus em sua vida. Sim! A gestação, ainda que carregada da presença paterna, em grande parte é presença materna. Assim, foi com Jesus, assim é com cada um de nós.
Precisamos aprender a não perder de vista o ponto de partida do gerar que é traço da mulher. Quanto mais nos convencermos, seja pela Palavra de Deus, seja pela experiência familiar, da importância da mãe, como mulher, tanto mais colheremos valores para a formação integral do ser humano. Inspire-nos Deus no reto discernimento, também, da realidade do nosso tempo, para que possamos garantir que toda mulher seja respeitada e valorizada como mãe e toda mãe, como mulher.
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